Nunca foi por necessidade. Eu nunca precisei, entretanto eu sempre quis, cada riso, cada palavra, cada piada besta, o simples fato, o simples ato, o estar presente era mais que o suficiente.
Nunca foi sobre favores. Eu nunca precisei, contudo sempre gostei, sem motivos um dia cinza se enchia de cor, mas foi se acabando, diminuindo, se predendo a medos, formalidades, acabou-se o brilho nos olhos, a leveza, vieram os porquês, os motivos, as culpas e desculpas, e então aquilo que quis se perdeu no tempo, espero ficar uma vez mais estasiado sem motivo, sem necessitar, sem precisar, mas somente por querer.
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