quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Farpa mental.
É um comichão, uma coceira, uma inquietação que começa devagar e se agita, que traz e "retraz" fantasmas. Sem motivo. Sem razão. Simplesmente se faz presente, as vezes me fazendo rir, outras somente relembrar, mudando o tempo em mim, pois dois anos se tornam 20 e dois segundos uma eternidade. Eternidade essa de saudade, ou de brasa nem sei ao certo, o que sei é que está ali, pregada, amarrada fincada, enfiada a maldita farpa, a qual já teve vários nomes, dezenas de rostos e ao mesmo tempo nunca teve nome ou rosto algo, mas sempre coçou, aahhh e como coçou. Cisma, carma, prisão, alento, ternura, amor e bondade. Passei por todas essas fases e a farpa mudou de cor, Mudou de dor, mudou de rosto, mudou de nome, e assim os dias se passam, o eu e sua tentação, comichão...a farpa mental que me empurra para frente, me impulsiona não deixa parar ou desistir a velha farpa mental.
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