Boa noite boys and girls que se dispõem a ler esse coisinha que se denomina blog, bom sem mais delongas vamos ao que interessa. Hoje indo pra faculdade, de busu como todo mortal (um dia terei meu helicóptero ou a habilidade de me teletranspotar, mas isso é assunto pra outro post), e pensei quanto tempo perdemos procurando a tal felicidade? Vivemos num romantismo (no sentido da escola literária) crônico, idealizando como deve ser feliz, sempre atrás do "felizes pra sempre", naturalmente não encontramos.
Enquanto ficamos cegos procura esse destino final que insistimos em chamar de "felicidade" a dita cuja "se esfrega na nossa cara", estamos sempre a procura do "momento perfeito", do "amor perfeito" que não vemos que ela está na nossa frente. Ai o leitor me pergunta "na minha frente? ONDE?" minha resposta pra ele: na parida de futebol com os amigos, no velha e boa conversa entre amigas, num cineminha, num show de rock, numa micareta, em pular de bang jump, num jogo de Xadrez XD enfim ela tah em tudo que é lugar, a todo momento, acompanhada da irmã menor e pentelha chamada tristeza claro, mas está ali.
Em suma, o que eu quero dizer com esse meu blá blá bá desconexo e mau escrito é que não existe felicidade final, utopia perfeita, romântica e idealizada. A felicidade real pra minha minha mente torta está no próprio ato de viver, nas pequenas coisas que fazem a própria vida um espetáculo sem par, obstáculos a serem superados, batalhas a serem travadas (vencendo ou perdendo), logo a felicidade não é um destino final, mas sim um passageiro. Ela é a essência da vida.
Caraca doido.... de onde vc tira isso td!?!? e vc dizia que eu sugava seu cérebro... essa parte eu não suguei não.... continuo sem saber escrever!!! hehehehe
ResponderExcluir